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Cartaz de Flávio “procurado” é espalhado nos EUA por ativistas

Cartaz de Flávio “procurado” é espalhado nos EUA por ativistas

Senador fugiu do Brasil 2 dias após perder as eleições presidenciais; Flávio não é procurado nem considerado foragido

Reprodução/Redes sociais

PODER360

2.nov.2026 (segunda-feira) – 10h55

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Ativistas de esquerda estão espalhando cartazes de “procurado” com uma foto do senador e candidato à Presidência derrotado, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O político fugiu do Brasil 2 dias depois de perder as eleições presidenciais para o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

Flávio deixou o país depois de a Polícia Federal expedir um pedido de apreensão do passaporte dele. Apesar disso, o político não é considerado procurado nem foragido. 

📹#vídeo Cartaz de Flávio “procurado” é espalhado nos EUA por ativistas de esquerda

🗞️ Ativistas de esquerda estão espalhando cartazes de “procurado” com uma foto do senador e candidato à Presidência derrotado, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O político fugiu do Brasil 2 dias após perder as eleições presidenciais para o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Flávio deixou o país depois de a Polícia Federal expedir um pedido de apreensão do passaporte dele. Apesar disso, o político não é considerado procurado nem foragido.

👇Assista ao vídeo:

— Poder360 (@Poder360) November 2, 2026

No texto, os ativistas afirmam que Flávio é acusado de: 

  • tentativa de golpe de Estado;
  • organização criminosa; 
  • lavagem de dinheiro; 
  • corrupção;
  • desvio de verbas públicas;
  • crimes contra o Estado Democrático de Direito. 

O senador é investigado em 2 inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal. Um deles, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, apura possível lavagem de dinheiro por meio de plataformas de apostas, enquanto outro investiga o financiamento do filme “Dark Horse”, a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Além disso, os ativistas afirmam que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), tentou interferir nas eleições brasileiras e auxiliou na fuga de Flávio do Brasil.

O governo brasileiro já havia sinalizado a preocupação com uma possível interferência estrangeira  no processo democrático brasileiro. Antes do 2º turno, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, declarou que representantes do governo Trump “tomaram parte” nas eleições brasileiras.

“O mais importante é a defesa do sistema brasileiro, é o povo brasileiro. Os brasileiros é que vão mostrar o que querem fazer nas urnas, que modelo estão procurando o que consideram que é interferência, o que é intromissão e o que não é”, disse em entrevista ao Estadão. 

No sábado (31.out.2026), o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, declarou que o governo norte-americano não teve envolvimento direto na fuga de Flávio do Brasil, ainda que Trump tenha autorizado a entrada do congressista no país.

O presidente norte-americano afirmou, sem provas, que há sinais de que as eleições foram “fraudadas”. Também disse que Flávio pode ficar nos Estados Unidos pelo tempo que desejar. 

Flávio divulgou nesta 4ª feira (28.out) uma carta em que alega ser “líder do Brasil”. Em uma versão anterior do texto, ele se declarava “verdadeiro presidente eleito” do país, mas recuou 1 hora depois e alterou para o novo termo. Leia a íntegra (PDF – 496 kB).

No domingo (1º.nov), o político, compareceu a um culto evangélico na igreja Celeiro, localizada na cidade de Fort Lauderdale, na Flórida. A Base Celeiro Flórida publicou vídeos e uma foto em seu perfil no Instagram que mostram o senador participando da missa. Flávio estava acompanhado da sua mulher, Fernanda Bolsonaro, do irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), e da cunhada, Heloísa Bolsonaro.

FUGA DO BRASIL

Flávio Bolsonaro fugiu do Brasil, com sua mulher e as duas filhas adolescentes do casal, por se sentir ameaçado por eventuais decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

O magistrado avalizou o pedido da PF para apreender os documentos de Flávio e proibi-lo de sair do país.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: Poder 360 por Poder360 · PODER360.

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