Prince, 29, e Bigi Jackson, 24, filhos mais velho e mais novo de Michael Jackson (1958-2009) têm planos de utilizar o rancho Neverland, em Los Olivos, na Califórnia, para realizar um antigo sonho do pai. De acordo com a coluna “Page Six”, os dois – que são irmãos de Paris Jackson, 28 – gostariam que o local voltasse a receber crianças doentes e em situação de vulnerabilidade.
Michael comprou a propriedade de cerca de 1.090 hectares em 1988, transformando-a em um refúgio inspirado na “Terra do Nunca” (Neverland) da história de Peter Pan. Ele incluiu brinquedos de parque de diversões, uma estação de trem, um cinema e um zoológico, recebendo crianças para aproveitar as atrações em diferentes ocasiões. Pelo menos três vezes ao mês, organizações beneficentes e cívicas levavam grupos a Neverland, que servia ainda como local para eventos de arrecadação de fundos.
Desejo
Com boas memórias pela infância passada no local, Prince, que é um dos criadores da fundação Heal Los Angeles, vê com bons olhos a possibilidade de a propriedade cumprir novamente um propósito beneficente. Bigi – que até os 13 anos atendia como Blanket Jackson – preferiria que Neverland não se tornasse uma grande atração turística e pode apoiar o irmão na empreitada.
“No fim das contas, eles querem que o legado do pai seja respeitado, e sabem o quanto era importante para ele criar um lugar onde as crianças pudessem simplesmente ser crianças, esquecendo-se de quaisquer dificuldades que estivessem enfrentando”, disse a fonte à publicação.
Possibilidade
Após problemas financeiros, em 2008 – um ano antes de morrer por overdose do anestésico propofol -, Jackson entregou o local à Colony Capital LLC, que mantinha um empréstimo sobre a propriedade.
Desde 2020 o rancho pertence ao empresário Ron Burkle, que o adquiriu por cerca de US$ 22 milhões (por volta de R$ 120 milhões em valores atuais). De acordo com seu porta-voz, o empresário “recebe a família Jackson no local sempre que desejam” e se diz “aberto a oportunidades para realizar eventos beneficentes”.
Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por Jonathan Pereira1.
