Fux inclui ministérios da Saúde e da Justiça em audiência sobre bets
Decisão atende a pedido da AGU, que argumentou que lista de participantes concentrava clubes de futebol e empresas de apostas
Gustavo Moreno/STF – 3.ago.2026
Leonardo Gimenes
de Brasília
1.nov.2026 (domingo) – 17h31
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A AGU argumentou que a lista inicial de participantes concentrava clubes de futebol e representantes das empresas de apostas. Por isso, afirmou que essa configuração poderia reduzir a diversidade de opiniões durante a audiência.
Além disso, Fux também autorizou a participação da Abras (Associação Brasileira de Supermercados).
Entre os participantes da audiência estão a Procuradoria Geral da República, o Ministério da Fazenda, a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a Abert e entidades ligadas aos setores de jogos, loterias e apostas.
Também foram chamados Flamengo, Fluminense, Botafogo, Cruzeiro, São Paulo, Corinthians, Ponte Preta, Vitória, Guarani e Portuguesa, além da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).
Em setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) editou uma medida provisória que proibiu o funcionamento das plataformas de apostas no Brasil. Entidades e clubes de futebol acionaram o Supremo questionando a MP e pedindo sua suspensão até julgamento no plenário. Fux é o relator dessas ações no Tribunal.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: Poder 360 por Poder360 · Leonardo Gimenes.
