A valorização de um imóvel comprado na planta resulta da contínua eliminação dos riscos de construção à medida que a estrutura física emerge, da atualização das tabelas progressivas de vendas por etapa e da maturidade da infraestrutura do bairro. Ao adquirir uma unidade no lançamento de construtoras de grande porte, como a MRV, o comprador captura essa valorização, que historicamente pode variar entre 20% e 30% até a entrega das chaves.
Ao mesmo tempo, beneficia-se da flexibilidade no parcelamento da entrada durante a fase de obras, já que adquire um ativo novo por um valor inicial significativamente inferior ao de um imóvel pronto na mesma região.
A curva da obra e a tabela progressiva de vendas
A lógica econômica por trás do menor preço no lançamento baseia-se na precificação do risco e do tempo. No início das vendas, o comprador adquire um projeto no papel, ao assumir uma janela de espera mais longa até a ocupação. Por essa razão, as primeiras unidades comercializadas apresentam os menores preços de toda a história do empreendimento.
À medida que o cronograma físico de engenharia avança, com a superação de etapas críticas, como a terraplanagem, a fundação, a estrutura, a alvenaria, os acabamentos e a emissão do Habite-se, eventuais incertezas operacionais desaparecem. Com a diminuição do risco percebido pelo mercado, a construtora atualiza as suas tabelas de vendas para cima.
Outro vetor de precificação é a escassez gradual de estoque. No lançamento, a oferta de plantas, de andares e de posições solares é ampla. Conforme as unidades mais desejadas são vendidas, a baixa disponibilidade de opções remanescentes impulsiona o valor do metro quadrado dos últimos apartamentos disponíveis.
Custo de reposição, INCC e o efeito bairro
Além do avanço físico no canteiro de obras, a valorização do apartamento na planta é impulsionada por fatores econômicos e urbanos externos:
- Índice Nacional de Custo da Construção (INCC): durante o período de obras, o saldo devedor e os custos da construção são atualizados pelo INCC, que reflete a inflação dos materiais de construção e da mão de obra. Essa atualização encarece o custo de reposição para erguer prédios equivalentes, o que eleva a avaliação de mercado dos apartamentos adquiridos nas fases iniciais.
- Desenvolvimento da infraestrutura local: empreendimentos erguidos em eixos de expansão urbana passam por transformações ao longo dos dois ou três anos de obra. A chegada de novos estabelecimentos comerciais, de redes de transporte público, de pavimentação e de serviços valoriza a região como um todo, o que soma ganho imobiliário ao valor próprio da edificação.
- Transição para o mercado de imóveis prontos: no momento em que as chaves são entregues, o apartamento deixa de competir no segmento de expectativas futuras e passa a ser precificado em igualdade de condições com o estoque de imóveis prontos da cidade, o que consolida o salto de valorização acumulado durante a construção.
Riscos e cuidados de mercado
A valorização imobiliária não ocorre de forma automática e exige uma análise criteriosa do comprador. Fatores como lançamentos com preços iniciais acima do valor de mercado, plantas pouco funcionais, taxas de juros elevadas que desestimulam o financiamento bancário ou excesso de oferta de unidades no mesmo bairro podem estabilizar ou desacelerar o ganho de capital.
O risco associado à saúde financeira da construtora é o elemento de maior impacto sobre o retorno do investimento. A paralisação de obras ou as falhas de execução comprometem os prazos, geram insegurança no mercado e corroem o potencial de valorização do bem.
Por isso, a pesquisa sobre o histórico da empresa é indispensável. Verificar o cumprimento dos prazos de entregas anteriores, a saúde financeira da incorporadora e o nível de satisfação de clientes antigos garante que a expectativa de valorização confirme-se na prática.
Consolidada como a maior construtora da América Latina, a MRV acumula mais de 47 anos de trajetória e mais de 550 mil chaves entregues em todo o país. Essa solidez operacional e a reputação construída junto ao mercado garantiram à companhia o primeiro lugar no ranking das marcas mais valiosas da construção civil em 2025 promovido pela InfoMoney, com avaliação de R$ 5,16 bilhões.
O compromisso com a governança, a transparência e a experiência do consumidor também é chancelado por importantes reconhecimentos do setor, incluindo o Selo Pró-Ética da Controladoria-Geral da União (CGU), o Prêmio Reclame Aqui e reconhecimentos em qualidade da experiência e do serviço oferecido ao cliente, como Prêmio ClienteSA e Prêmio CONAREC 2026.
Facilidades financeiras, burocracia simplificada e pós-venda
Comprar na planta oferece ainda vantagens na gestão do orçamento familiar. Diferentemente do imóvel pronto, a compra em construção permite diluir a entrada diretamente com a construtora ao longo do período de obras, em condições oferecidas pela MRV que podem chegar a parcelamentos em até 70 vezes, o que alivia a necessidade de grandes reservas de capital no ato da assinatura.
A segurança jurídica é outro diferencial: por tratar-se de um imóvel sem proprietários anteriores, a documentação é simplificada e livre de pendências cartorárias antigas.
Ademais, as redes hidráulicas e elétricas novas reduzem os custos de manutenção nos primeiros anos.
Para assegurar a tranquilidade durante e após a construção, a MRV oferece suporte com canais de atendimento digital e garantia estrutural de cinco anos após a entrega das chaves, a qual cobre eventuais reparos técnicos e assegura que o patrimônio construído mantenha o seu valor de mercado ao longo do tempo.
A valorização do apartamento na planta é o resultado de uma equação que combina o tempo de execução da obra, a eficiência construtiva e o desenvolvimento da cidade. Quando realizada com planejamento financeiro e amparada por empresas de credibilidade consolidada, a compra na planta consolida-se como uma das ferramentas mais seguras de proteção e de ampliação de patrimônio.
Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por Fernanda de Paula da Silva.
