Lula enviará projeto que perdoa dívidas do Simples do setor de eventos
Ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, afirmou que o presidente deve mandar texto à Câmara nos próximos dias
Bruna Rossi/Poder360 – 3.jul.2026
Bruna Rossi
de Brasília
23.out.2026 (sexta-feira) – 11h10
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O ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, afirmou nesta 6ª feira (23.out.2026) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviará à Câmara dos Deputados um projeto de perdão das dívidas de empresas do Simples Nacional do setor de eventos. A fala foi feita durante entrevista a jornalistas depois de se reunir com o presidente da Casa Baixa, Hugo Motta (Republicanos-PB), na residência oficial da Câmara dos Deputados.
A ideia do governo federal é criar uma medida para as empresas do Simples Nacional do setor de eventos, assim como foi feito para os MEIs (microempreendedores individuais). Lula sancionou na 4ª feira (21.out) a lei que cria o Prospera MEI. Uma das medidas foi o perdão de dívidas dos MEIs com a União. A medida passa a valer em 1º de janeiro de 2027.
“O presidente Lula já decidiu, assim como fizemos com o MEI, mandar um projeto que perdoe as dívidas das empresas do Simples Nacional do setor de eventos. É um setor que teve ajuda na época da pandemia, mas que avaliamos que ainda está muito ferido, carregou muitas dívidas ao longo dos últimos anos”, disse Paulo Pereira a jornalistas.
O ministro disse que, na conversa com Hugo Motta, eles também organizaram a agenda dos microempreendedores, empresas de pequeno porte e Simples Nacional até o fim do ano.
“O esforço do governo é acelerar e intensificar as reformas para o Simples Nacional. A ideia é buscar também o reajuste desse modelo e pensar nas reformas que esse modelo precisa”, disse Paulo Pereira.
O ministro também afirmou que o governo federal anunciará nos próximos dias uma linha de financiamento do BNDES especificamente para as empresas de pequeno porte com taxas de juros reduzidas.
“O governo não vai deixar ninguém para trás. O fim da escala 6 X 1 é uma vitória do governo, mas nós vamos cuidar para que as empresas pequenas e médias possam fazer essa transição de forma eficiente, aumentando a produtividade e permitindo que esse importante setor saia de forma saudável desse processo”, disse o ministro.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: Poder 360 por Poder360 · Bruna Rossi.
